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Meio Ambiente e Desenvolvimento Social

O Grupo Agropalma atua na região amazônica, onde está a maior floresta tropical do mundo, correspondente a quase 60% da área do Brasil e considera a sua preservação fundamental para o planeta. Nesse contexto se entende que a execução dos processos que compõem sua cadeia produtiva está diretamente ligada ao desempenho das pessoas da organização em um contexto de responsabilidade social e de respeito ao meio ambiente.

 

 

 

 

 

 

Desde o final da década de 90, a organização investe na melhoria do seu desempenho socioambiental, por meio das seguintes iniciativas:

  • Adaptação de processos internos;
  • Elaboração de diagnósticos sociais e ambientais;
  • Parcerias com ONGs;
  • Implantação e certificação do Sistema Integrado de Gestão em todas as atividades produtivas;
  • Obtenção de certificações socioambientais e orgânicas;
  • Desenvolvimento e implantação de programas e projetos que visam a proteção do meio ambiente e o desenvolvimento socioeconômico das comunidades envolvidas com o empreendimento;
  • Comprometimento com a adoção das melhores práticas de manejo do solo, visando manter sua fertilidade e minimizar a erosão, por meio da utilização de adubação verde, fertilização orgânica e mineral conforme a necessidade da cultura e exclusão de solos impróprios para o plantio (ex. terrenos íngremes, solos arenosos, etc.);
  • Compromisso de nunca usar qualquer agroquímico classificado pela Organização Mundial da Saúde como tipo 1A ou 1B, ou agroquímicos listados nas Convenções de Estocolmo ou Roterdã;
  • Respeito aos direitos humanos incluindo aqueles estabelecidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948) e na Declaração da OIT sobre os Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho (OIT, 1998);
  • Reconhecimento e respeito aos direitos legais, de uso e costumes que as comunidades indígenas, tradicionais e locais possuem sobre as terras que ocupam, bem como o respeito ao direito de exercerem suas atividades conforme a cultura e os costumes tradicionalmente estabelecidos, em acordo com a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (2007) e convenções internacionais correlatas.

Dentre os vários aspectos ambientais importantes para a Agropalma, a gestão dos recursos hídricos merece uma atenção especial. Estamos comprometidos em otimizar o consumo de água e assegurar sua qualidade.  Usamos pouco mais de um metro cúbico de água por tonelada métrica de CFF processado em nossas fábricas. Esses números permanecerm estáveis. Em 2015, o uso de água foi um pouco menor, mas tivemos que diminuir o uso de água reciclada depois de descobrir que ela poderia influenciar o nível de 3-MPCD e outros contaminantes que afetam potencialmente a qualidade do produto. Além disso, devido à menor produção de CFF e à nova indústria extratora, as instalações não estão operando com capacidade total. Como o mesmo volume de água é necessário para operar as indústrias, a proporção de água para CFF aumentou.

Em relação aos efluentes das indústrias de extração, estamos comprometidos a fazer o melhor uso econômico deles e minimizar o risco de contaminação dos cursos d’água. Por isso, usamos 100% dos efluentes tratados como fertilizantes líquidos em nossas plantações, ou seja, temos zero lançamentos de efluentes das indústrias de extração nos corpos hídricos. Ainda, conforme registrado em nossos relatórios de sustentabilidade, monitoramos os níveis de fósforo e nitrogênio em 8 cursos d’água cuidadosamente escolhidos. Esse monitoramento tem o objetivo de verificar se nossas plantações e indústrias de extração estão causando algum dano à qualidade das águas. Nesse caso, a meta é atender os limites legais de 3,7 mg/L para nitrogênio e 1,0 mg/L para fósforo. Abaixo os resultados analíticos para os anos de 2018 e 2019 são apresentados.

Em 2018, todos os valores de nitrogênio e fósforo estavam abaixo do limite legal, conforme aconteceu nos anos anteriores. Em 2019, os resultados do Ponto 2 ultrapassaram o limite para ambos os parâmetros. Não foi possível identificar uma causa clara para os elevados níveis de N e P, e considerando que não foi encontrado nenhum peixe morto e que todos os outros resultados estavam em linha com expectativas com níveis baixos de N e P, concluímos que o aumento do nível de neste ponto específico pode ser resultado de excrementos de animais ou plantas em decomposição na água no momento da coleta da amostra. Apesar disso, mantemos monitoramento desse curso d’água com visitas semanais, e não registramos indícios de qualquer anormalidade.

Ainda objetivando prevenir impactos negativos nos recursos hídricos, a Agropalma maneja pragas, doenças e plantas espontâneas preferencialmente por meio de métodos não-químicos, tais como: controle biológico, armadilhas, erradicação mecânica, roçagens mecanizadas, entre outros. O único pesticida usado é o glifosato, para o controle de plantas espontâneas.

Relatamos o uso de pesticidas rastreando a toxicidade por hectare em vez dos volumes. Isso nos permite monitorar qualquer mudança ano após ano e acompanhar o desempenho em comparação com nossos pares da indústria, independentemente das mudanças na formulação ou do tipo de pesticida usado. Os volumes usados variam de acordo com o ciclo de plantio, pois as palmeiras mais jovens requerem aplicações mais frequentes. Podemos atribuir o aumento resultante ao replantio ocorrido nos últimos cinco anos.

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