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Transparência Corporativa

O princípio da transparência integra o conceito de responsabilidade social, adotado pelo Grupo, em consonância com a norma internacional ISO 2600 de 2010, e adotado pela ABNT em 2010, para demonstrar seu comprometimento para com seus clientes e público em geral, de modo a fornecer às partes interessadas, de forma acessível, clara, compreensível e em prazos adequados, todas as informações sobre fatos ou documentos que possam afetá-las, exceto nos casos em que estejam protegidos por confidencialidade comercial ou quando a divulgação das informações puder resultar em consequências negativas para o meio ambiente ou para a sociedade.

 

 

 

 

Os documentos disponíveis para consulta são:

  • Títulos de terras e documentação fundiária;
  • PCMSO, PPRA, PAE, LTCAT;
  • PCA, RCA, RIMA, diagnóstico de sondagem e demais estudos socioambientais;
  • Documentos relacionados a avaliações de áreas de alto valor para conservação (AVC);
  • Manual do Sistema Integrado de Gestão (SIG), Normas de Procedimentos Gerais (NPG’s) e Rotinas Operacionais (RO’s);
  • Detalhes de reclamações e queixas;
  • Plano de sustentabilidade econômica e financeira de longo prazo;
  • Procedimento de negociação e aquisição de terras;
  • Plano de melhoria contínua;
  • Relatórios de certificação RSPO;
  • Relatório de auditoria RSPO;
  • Política de respeito aos direitos humanos (lançada em 2016);
  • Preços atuais e passados, pagos aos fornecedores de CFF;
  • Procedimentos para recrutamento, seleção, contratação, promoção, aposentadoria e demissão;
  • Atas de reuniões com sindicatos;
  • Acordo coletivo de trabalho.

Os interessados em consultar a documentação devem entrar em contato com a área de Comunicação Corporativa da Agropalma pelo telefone (91) 4009-8159 ou pelo e-mail comunicacao@agropalma.com.br.

Preço de CFF
(baixar) 

MAPAS DE AGRICULTORES FAMILIARES E PRODUTORES INTEGRADOS

PROCEDIMENTOS PARA LIDAR COM RECLAMAÇÕES E QUEIXAS (usadas para prevenir e lidar com qualquer tipo de conflito, inclusive os relacionados a terra).

O Grupo Agropalma entende que para exercer a transparência corporativa de maneira plena, também é necessário estabelecer condições para que as partes interessadas se manifestem. Por isso, está comprometido em não atuar para inibir atividades legais e regulares de pessoas ou organizações defensoras dos direitos humanos, denunciantes internos, reclamantes e representantes de comunidades, portanto não adotará qualquer ação para restringir a liberdade de expressão, a liberdade de associação ou direito de manifestação pacífica dessas pessoas e organizações.

Estamos sempre dispostos a dialogar com as pessoas e organizações que desejam entender o funcionamento e os impactos de nossas operações, bem como queiram relatar sobre qualquer situação entendida por elas como um desrespeito aos direitos humanos ou a qualquer compromisso corporativo assumido pela Agropalma.

Para tanto, defensoras dos direitos humanos, denunciantes internos, reclamantes e representantes de comunidades e outras partes interessadas podem usar os diversos canais de comunicação disponibilizados pela empresa, clicando aqui.

Detalhes das demandas das partes interessadas de 2020, incluindo as reclamações, podem ser acessadas clicando aqui.

Em 2020, a companhia contou 4683 colaboradores (equivalente em tempo integral), sendo que 669 (14%) são mulheres, atuando principalmente nas atividades administrativas não gerenciais, que são 2,44% das colaboradoras que ocupam cargos estratégicos e 96 jovens aprendizes contratados por meio período. A Agropalma está ciente de que as mulheres podem contribuir muito mais e, por isso, nosso departamento de recursos humanos está desenvolvendo práticas para melhorar a participação das mulheres em diversas áreas da empresa. Umas dessas práticas é promover uma composição equilibrada de gênero (50/50) entre os jovens aprendizes.

O menor salário pago pelo Grupo Agropalma, em 2020, foi de R$ 1045,00. Em relação à saúde e segurança ocupacional, no ano de 2019, foi registrada a frequência de 1,7 acidentes para cada 200.000 horas de trabalho, com uma taxa de gravidade de 5.9 dias de afastamento por acidente. Não registramos fatalidades em 2019.

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